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As três faces da Educação Básica

#LidereATransformação - 31 de Janeiro de 2021

Muitas vezes falamos sobre educação de uma maneira superficial, deixando de lado uma reflexão mais aprofundada sobre os processos essenciais para o desenvolvimento de uma criança. Identificar essas etapas é fundamental para pensar a educação e seu papel na sociedade de forma mais densa. 

Aqui no LIT, o tema foi debatido em evento online com a presença do nosso CEO e idealizador, professor José Cláudio Securato, PhD, do consultor em inovação e gestão educacional Paulo de Camargo,  e de José Ernesto Bologna, psicólogo, escritor e consultor de empresas e escolas em inovação.

As três faces da educação

Antes de pensar nas três faces da educação, o professor Bologna ressalta que é necessário também identificar os agentes, ou seja, aqueles que estão envolvidos neste processo. Assim, para ele, é possível reconhecer: família, escola, empresa, igreja, Estado e, nos últimos anos, as ONGs como os principais responsáveis pela educação dos jovens. 

Em uma visão mais tradicional, no desenvolvimento das crianças, a família tinha o papel de socializar, a escola de culturalizar e a igreja de moralizar. Essa maneira de enxergar a educação perdurou por muito tempo, mas Bologna conta que hoje há uma outra abordagem que busca entender o que realmente é a preparação para a vida. Assim, ele destaca as três faces da educação como: 

  • Escolarização: se refere aos ensinamentos e estudos culturais necessários para se adaptar à vida em sociedade;
  • Educacional: a preocupação com os valores e desenvolvimento socioemocional;
  • Existencial: onde entram todas as indagações da existência humana, como o paradoxo entre a razão e a morte. 

Para ele, essa abordagem deve ser levada em conta no momento em que estamos: "Hoje vivemos um momento importante das relações. Com os eventos da contemporaneidade houve uma descaracterização dos papeis. Em um mundo bastante desconstruído, a parte boa é que dá para construir muita coisa. Construir uma nova sociedade". 

Além disso, Paulo também destaca que a educação é um assunto pouco dialogado na sociedade e falta comunicação para saber o que escola, família, alunos e sociedade esperavam um do outro. "Temos uma ideia bastante precária sobre o que a família pensa da escola", exemplifica. Por isso, ele defende o avanço nas discussões sobre educação envolvendo todos os que participam desse processo. 

Ficou interessado? Confira o encontro na íntegra para se aprofundar no tema:

 

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