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Veja como implementar a valorização de talentos na sua empresa

#LIT, #EducaçãoDisruptiva - 10 de Julho de 2018

A valorização de talentos na empresa, ou talentismo, é algo cada vez mais difundido entre as organizações. Esta nova era vê no potencial humano talvez o único diferencial competitivo em uma época que quase tudo terá a intromissão da “máquina”.

Se isso faz você querer entender melhor o termo e como aplicar em sua empresa, então convidamos para continuar a leitura e conhecer o passo a passo da implementação dessa cultura. Confira!

Desenvolvimento de talentos: Por onde começar?

Se já é difícil entender o que o talentismo compreende, mais complicado ainda é saber qual o caminho para implantá-lo na empresa.

Mas aí vai uma dica direta e objetiva da professora Lilian Carvalho, da Saint Paul Escola de Negócios: ele deve iniciar da alta direção para baixo.

“Eu vejo muito na minha prática de consultora e coordenadora da Saint Paul as empresas quererem manter uma cultura hierarquizada de negócios e não colocar de cima para baixo uma cultura de destruição criativa”, explica.

Para ela:

“As empresas, muitas vezes, querem manter modelos de negócios antigos numa cultura de disrupção tecnológica. Se elas não forem capazes de destruir isso de dentro pra fora, não vão conseguir construir uma cultura de talentismo.”


O talentismo é basicamente a cultura na qual as tarefas repetitivas ou operacionais vão ficar relegadas aos softwares e as máquinas inteligentes. Caberá aos humanos a parte intelectual, em que o trabalho será inovar, pensar diferente, ensinar as máquinas como fazer mais e melhor.

Os primeiros investimentos

Um dos primeiros investimentos para essa mudança de cultura nas empresas deve ser na estrutura. Sistemas hierarquizados e cadeias de comando baseados na economia essencial não são possíveis na cultura do talentismo. A estrutura precisa mudar.


“Não basta contratar funcionários brilhantes, maravilhosos, com ideias fora da caixa, se eles vão ser tolhidos por uma cultura fechada. É preciso encontrar outros meios de organização para trabalhar nesse mundo novo. Um exemplo disso é a gestão de projetos, os grupos de trabalho no qual o líder muda de acordo com a época e a gestão participativa”, afirma Carvalho.


A administração participativa é a ideia de que não existe uma hierarquia que é predeterminada na empresa. Porém, o que ainda ocorre muito hoje em dia são cadeias de comando, na qual uma decisão precisa passar pelo gerente, diretor, CEO e depois voltar.

A orientação para as empresas que queiram apostar no desenvolvimento de talentos é trabalhar em rede, com grupos de trabalho e tarefas específicas.

Contratar x internalizar

Uma das dúvidas recorrentes de quem quer adotar uma cultura de valorização de talentos na empresa é se contrata um consultor ou internaliza o processo.

De acordo com a professora Lilian Carvalho, é possível adotar qualquer uma das práticas. No entanto, ela faz um alerta:

“Há um grande problema em contratar um consultor quando a empresa não permite a destruição da antiga cultura, daquele modo como se está acostumado. Por exemplo, o CEO nem sempre vai ser a pessoa mais adequada para tomar a decisão naquele momento. Se ele não estiver disposto a abrir mão dessa posição de poder que sempre foi delegada a ele, a empresa não vai conseguir cumprir com uma cultura de talentismo, seja interna ou externa”, avalia.

Ainda segundo ela, a própria Saint Paul tem trabalhado bastante com isso, no sentido que o ensino não deve ser igual para todas as empresas.

O papel da educação na valorização de talentos

O talentismo é uma grande tendência para a educação corporativa escalável. Com ele, a jornada de conhecimento é individual. Ou seja, não há mais o nivelamento de aprendizagem e cada pessoa busca aquilo que tem mais aptidão e vocação.

Na Saint Paul, por exemplo, o aluno encontra somente aquilo que realmente precisa aprender. O LIT, uma plataforma disruptiva de aprendizagem, oferece a aprendizagem de forma customizada.

“Aquela pessoa que sabe muito de estatística, por exemplo, pode fazer cursos avançadíssimos com o LIT. Já aquela que não precisa chegar a esse nível, vai ter o conhecimento necessário que precisa para desenvolver a tarefa. O LIT vai te dar o caminho bem único de cursos que te interessam e na profundidade que interessa”, explica.

A professora ainda diz que o modelo de educação atual está baseado na primeira revolução industrial. E que esse já não serve mais para esse mundo de talentismo que está a caminho.

Implementar a cultura de talentismo pode ser um excelente caminho para o desenvolvimento de talentos e o crescimento do seu negócio.

E sua empresa, como está lidando com a valorização de talentos? Visite nosso blog para ler mais conteúdos sobre mudança de cultura nas empresas, gestão e liderança!

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