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Reskilling e Futuro do Trabalho são assunto no Fórum Econômico Mundial

#EducaçãoDisruptiva - 29 de Janeiro de 2020

Quando o assunto é futuro do trabalho, muito se fala sobre estatísticas: nos próximos 5 anos, mais da metade da força de trabalho atual será automatizada. Mas qual é o caminho para não perder relevância na carreira? A resposta está no reskilling, a atualização das suas competências profissionais.

Para começar o ano falando sobre o que importa, a cidade de Davos (Suíça) recebeu em janeiro a edição de 2020 do Fórum Econômico Mundial – encontro no qual grandes líderes discutiram os rumos da economia global. Entre os temas principais da pauta estava, claro, o futuro do trabalho.

Espera-se que a chamada 4ª Revolução Industrial transforme mais de 1 bilhão de empregos na próxima década e, ao mesmo tempo, crie 133 milhões deles até 2022. Ao lado de empresas globais e os principais governos, foi lançada a iniciativa Reskilling Revolution, que tem como meta promover a educação, treinamento e os empregos necessários para 1 bilhão de pessoas até 2030 – sempre com foco nas competências que serão mais demandadas nos próximos anos.

O que dizem os líderes?

Saadia Zahidi, diretora administrativa do Fórum Econômico Mundial, acredita que o futuro do trabalho não será negativo em termos de vagas de emprego, mas é importante estar atento a “uma grande mudança nos tipos de competências que cada trabalho irá exigir”.

“Será necessário valorizar competências, e não apenas diplomas. Existirão novos modelos de educação e novos caminhos para que as pessoas sejam treinadas novamente para o mercado de trabalho”, complementa Ginni Rometty, chairwoman e CEO da IBM.

Muriel Pénicaud, ministra do trabalho da França, falou sobre quais competências serão foco nesse período de readequação: “Primeiro, acredito que sejam as comportamentais – provavelmente as mais difíceis de aprender, mas também as mais decisivas a longo prazo. Depois, é aprender, aprender e aprender. As pessoas terão conjuntos de competências únicos, como inteligência artificial e culinária, por exemplo. Esse “coquetel de competências” fará diferença conforme o tempo”.

“Considerar aprender ao longo da vida é a habilidade número um tanto para os professores aprenderem a ensinar quanto pra os alunos aprenderem a aprender. É esse raciocínio temos que considerar nas grades de ensino hoje”, disse Robert E. Moritz, chairman global da PwC.

Quer saber mais sobre o que foi dito no Fórum Econômico Mundial 2020? É só clicar aqui (em inglês).

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