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5 insights sobre a jornada da aprendizagem com uso de dados

#LidereATransformação - 7 de Outubro de 2020

"A aprendizagem é, por definição, humana. Como espécie, vamos nos completando ao longo da vida por meio da aprendizagem. Ela requer atenção, interesse, curiosidade, afeto, proximidade, significado. E ainda faz uso da máquina mais complexa que temos conhecimento: o próprio cérebro". Com essa abertura, o professor Adriano Mussa, PhD, iniciou sua fala no evento O que aprendemos sobre a disrupção da aprendizagem, no qual foram divulgados dados inéditos do LIT.

O professor, que também é Diretor Acadêmico e de Inteligência Artificial do LIT, falou sobre a complexidade das ofertas que existem hoje e quais são as tendências para o futuro, além de insights colhidos nos 2 anos de existência da plataforma digital de cursos. Ele explicou que o caminho para a compreensão está na junção de duas ciências: dados e aprendizagem.

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Mussa explica a função da ciência de dados: Ao oferecer uma jornada de aprendizagem de qualidade, o aluno se engaja e, ao aprender (cada um da sua maneira), gera dados. Se bem trabalhados por machine learning, esses dados melhoram a jornada de aprendizagem - que, por sua vez, melhora a experiência do aluno. Ou seja, cria-se um ciclo virtuoso centralizado no aluno, buscando padrões e diferenças.

Já a ciência da aprendizagem complementa a análise sendo responsável por entender os porquês de determinados padrões ou diferenças, sugerindo melhorias na jornada. "A combinação das duas ciências é muito interessante nessa compreensão", completa o professor.

Conheça 5 insights retirados da experiência de combinação da ciência de dados com a ciência da aprendizagem em 2 anos de LIT:

O dilema da primeira escolha

Evidenciamos no LIT um 'efeito Netflix'. Sabe quando você senta no sofá para dar play em um filme, mas depois horas explorando todas as opções, acaba desistindo? Mussa explica que isso acontece porque escolher um significa abrir mão de todas as outras possibilidades - e o peso de uma decisão errada é muito alto. "Se isso é relevante na procura de um filme, imagine o efeito disso na busca de um programa de aprendizagem". 

Através dos dados, percebeu-se que, se a escolha do curso não acontecer dentro dos primeiros 23 dias na plataforma, as chances de evasão aumentam sensivelmente. Diante disso, a melhor solução encontrada foi desenhar trilhas com o objetivo de inspirar o estudante a seguir um caminho que faça sentido. "Aprendemos que é possível juntar os objetivos do aluno com a curadoria da escola". 

Um novo jeito de fazer MBA

Imagine que você está encarando um desafio em seu trabalho e necessita aprofundar em um novo assunto. Você tem a possibilidade de fazer um curso sobre esse tema e de aproveitar esse conhecimento para o seu diploma de MBA? No LIT, isso é possível. O relatório confirmou que o nosso modelo de MBA é altamente efetivo e bidirecional por atender às necessidades reais de cada aluno. 

Quem inspira os novos cursos são os alunos

De 60 cursos disponíveis no lançamento do LIT em 2017, hoje esse número mais que dobrou, ampliando as possibilidades de escolha. Mas a busca por novos conteúdos não foi feita a partir dos professores. Com dados, foi feito o caminho contrário, deixando que os estudantes nos mostrassem para onde queriam seguir. 

"Os dados nos mostraram a demanda por saber mais sobre metodologias ágeis. Então, construímos um curso muito bom sobre o assunto e, em três meses, ele já está entre os com maior número de certificados gerados", exemplificou Mussa. 

Como a personalidade do aluno afeta a aprendizagem 

No LIT, identificamos traços de personalidade para, com o uso de Inteligência Artificial, proporcionar uma aprendizagem personalizada. Dessa forma, verificou-se que alunos extrovertidos possuíam 2,2 pontos a menos nos resultados de provas e trabalhos do que os introvertidos.

"Começamos a testar propostas para que o extrovertido tivesse melhores resultados, ofertando por exemplo, atividades participativas, onde é possível explorar a extroversão. Passado um ano, hoje não existe mais diferença de aprendizagem entre pessoas extrovertidas e introvertidas". 

Aprender pelo domínio, e não pelo tempo 

Se cada aluno estuda no seu próprio ritmo, não faz sentido medir a aprendizagem pela velocidade, mas sim pelo domínio do conhecimento. "Não existe tempo médio para aprender. Se comprovado o domínio, não existe diferença entre quem aprendeu primeiro ou depois", explica o professor.

Quer saber mais sobre os insights e recomendações do LIT quando falamos em aprendizagem? Assista a transmissão completa do evento que, além do professor Mussa, contou com o professor José Cláudio Securato, PhD, que é idealizador e CEO do LIT:

Você também pode fazer o download do relatório completo clicando aqui.

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